Terça-Feira, 26 de Junho de 2018 às 11:34 - Atualizado em Terça-Feira, 26 de Junho de 2018 às 11:11

Homem mata amigo por discussão política

Willians da Luz Coimbra foi condenado a 12 anos de reclusão em regime fechado pela morte de João Ferreira da Luz. O crime aconteceu em dezembro de 2015, época em que aconteceu os fatos. Conforme relatado no processo, ambos estavam em um bar na cidade de Formoso do Araguaia, a 327 km de Palmas, quando começaram uma discussão sobre política.


“O desentendimento progrediu para agressões físicas e, após João deixar o local, o réu foi até a residência onde ele estava hospedado e o surpreendeu com golpes de faca, atingindo a vítima no braço esquerdo e tórax”, detalha o Tribunal de Justiça (TJ-TO).


A condenação de Coimbra por “homicídio qualificado” aconteceu durante Tribunal do Júri da Comarca de Formoso do Araguaia. Segundo o TJ-TO, os jurados consideraram que o crime foi praticado "por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa do ofendido". 

O Conselho Regional de Medicina (CRM) deverá publicar nesta quarta-feira, 27, uma resolução de interdição ética parcial do Hospital Regional de Dianópolis, a 320 km de Palmas. A informação é do Ministério Público Estadual (MPE) que, juntamente com a Defensoria Pública do Estado (DPE) e Conselho, participaram de uma audiência de conciliação com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesau) para tratar de problemas elencados na unidade hospitalar em questão.


Entre as justificativas apresentadas pelo CRM para tal medida, está a preocupação com o centro cirúrgico da instituição, visto que o anestesista só tem plantão um dia por semana e faltam profissionais como cirurgião, pediatra, obstetra e emergencista à disposição.


A audiência aconteceu nesta segunda-feira, 25, e os órgãos fiscalizadores questionaram a Secretaria de Saúde sobre problemas existentes no Hospital Regional de Dianópolis, já apontados em uma Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pela Promotoria de Justiça da Saúde da Capital.


Problemas


Entre os problemas citados pelos promotores de Justiça Maria Roseli de Almeida Pery e Lissandro Aniello estão as deficiências na infraestrutura física, a falta de aparelhos e outras irregularidades, como escala de plantões médicos incompleta

.

Presente na audiência, o secretário de saúde do Estado, Renato Jayme da Silva, disse estar viabilizando o atendimento a uma recomendação do Promotor de Justiça Edson Azambuja, que atua na área de patrimônio público, em relação à empresa Elisedape. Recentemente, a empresa formalizou ameaça de paralisação dos serviços por falta de pagamento. O Secretário informou que o Estado já pagou uma parte do que devia.


Sobre a inspeção do CRM, o secretário ressaltou que 56 itens já foram sanados e cinco estão em processo de licitação. Também explicou que as licitações para a manutenção dos aparelhos de raios-X e ultrassom já estão em andamento.


Para resolver o problema dos exames laboratoriais, informou que deve comprar serviços de laboratórios locais, além de frisar que vai buscar contratar profissionais.

Prazo

Frente aos dados informados, o MPE e a DPE acordaram que seria necessária a concessão de prazo para que a Secretária de Saúde adote as providências com as quais se comprometeu, informando os resultados.


A DPE pediu, ainda, a juntada da cópia da recomendação e da portaria de instauração de Inquérito Civil Público, que recomenda ao Secretário Jayme a rescisão do contrato com a empresa Elisedape.

 

Tag's: hospital, resolução, interdição

Fonte: Jornal do Tocantis

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADESS